Nós somos um dos países que mais sofre influência dos Estados Unidos, não tem como negar que na maioria das vezes que abrimos nosso amário, geladeira ou saímos na rua nos deparamos com um produto de origem americana:
Isso ocorre devido à globalização, aos meios de comunicação em massa como canais americanos, comerciais, seriados, músicas e principalmente filmes que vende a imagem de um modelo a ser seguido, ditando ao mundo o que se deve vestir, comer, comprar, ouvir, etc.
Os nomes em inglês deveriam se parecer com o tipo ou a qualidade do produto que está sendo vendido, como por exemplo: Express Sopas Clássicas (nome de sopa instantânea), Protex Fresh (qualidade de sabonete líquido) ou Nutry fruit bar (nome e qualidade de barra de cereais).
Muitas vezes, porém, o nome não tem nada a ver com o que está sendo comercializado. Alguns exemplos desse tipo de situação são: Dove (significa pombo e é nome de marca de sabonete), Snob (nome de marca de papel higiênico), Teens (significa adolescentes e é nome de biscoito).
Isso tudo pode entrar em declínio segundo alguns estudiosos que afirmam que até 2025 o país deve perder parte de sua força ecõmica, militar e política, apesar de indicar que os EUA devem continuar sendo o país mais poderoso do mundo, a atual crise financeira é o começo de uma grande mudança global marcada pela tranferência de renda do Ocidente para o Oriente e o enfraquecimento do Dolar.
O Brasil deu um enorme salto e superou os Estados Unidos em uma pesquisa anual do Serviso Mundial da BBC sobre a influência no mundo. As avaliações positivas sobre a influência do Brasil no mundo tiveram o maior salto entre os países pesquisados, pulando, na média, de 40% para 49%, mesmo percentual obtido pelos Estados Unidos. Como o percentual negativo do Brasil (20%) é inferior ao dos Estados Unidos (31%), nós superamos os americanos no critério de desempate.
Segundo a BBC Brasil, entre os fatores que influenciaram positivamente a avaliação do país estão a diplomacia brasileira, a popularidade do ex-presidente Lula e a atuação de empresas e ONGs brasileiras no exterior. O bom desempenho da economia brasileira durante a crise econômica também ajudou.







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